quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Doar sangue, é doar esperança - Doe, não dói


Doe sangue em SP - Ao ler as mensagens de muitos amigos do Dihitt, deparei-me com uma que me despertou o interesse. Primeiro, pela causa humanitária, segundo pela maneira tão gentil que a pessoa que necessita de doações constantes de sangue solicita doações.

Amigos do diHITT, tomo a liberdade de vir solicitar aos participantes que morarem em São Paulo/SP, um imenso favor.
Em primeiro de outubro fui diagnosticada com Leucemia Mielóide Aguda, desde 5 de outubro iniciei o tratamento quimioterápico requerido, para o primeiro ciclo fiquei internada de 05 a 31/10, devendo retornar para o segundo ciclo em 23/11 próximo.

O tratamento inclui diversas transfusões de sangue, de hemáceas e plaquetas (derivados do sangue) e eu já recebi diversas e deverei receber outras ainda.
Venho aqui solicitar, aos que são de São Paulo-Capital, que se possível, doem, divulguem entre outros amigos para serem voluntários doadores, pois é através de conseguir doadores que reponho o que me está sendo doado.
Se almas caridosas puderem atender meu pedido, deverão procurar:

CENTRO DE HEMATOLOGIA DE SÃO PAULO
Av. Brigadeiro Luis Antonio, 2.533 - Fone: 3372-6611
www.chsp.org.br
As doações deverão ser feitas em nome de Ana Maria Souza Cordovil Pinto.
Minha gratidão para todos aqueles que puderem auxiliar doando ou divulgando.
Abraço,
Ana Maria

Agradeço, em meu nome, todos aqueles que puderem ser doadores, com aqueles que divulgarem essa solicitação tão humilde e plenamente possível de ser realizada.
Aurelio Martuscelli

Continue lendo...

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Imagens Ambíguas - Optical Illusions!(not scary)

Sensacionais efeitos de ilusão de ótica.

Continue lendo...

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Medo e o ácido gama-aminobutírico - Gaba


Um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) está empenhado em compreender os fundamentos das manifestações de medo e de ansiedade, tanto em relação ao processamento das informações sensoriais e à expressão comportamental, como no que diz respeito aos mecanismos neuroquímicos e moleculares que geram respostas defensivas associadas a esses estímulos.

De acordo com Marcus Lira Brandão, professor titular da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras em Ribeirão Preto (SP) e coordenador do Projeto Temático “Psicobiologia do medo e da ansiedade”, apoiado pela FAPESP, o principal desafio consiste em aplicar uma abordagem integrada, capaz de relacionar sistemas neurais e comportamentos.

“Ao todo, as pesquisas envolvem nove grandes projetos com abordagens distintas, sejam elas comportamental, imuno-histoquímica, sensório-motora, eletrofisiológica e neuroquímica da reação de defesa”, disse Brandão à Agência FAPESP. O projeto dá continuidade a outro Temático apoiado pela Fundação e desenvolvido por sua equipe, que revelou as funções das estruturas arcaicas do cérebro diante do sinal de perigo.

As manifestações de medo e as de ansiedade têm origem em áreas distintas do sistema nervoso central. Os circuitos neuroquímicos localizados na parte caudal – área mais primitiva do cérebro do ponto de vista filogenético – são responsáveis por reações relacionadas ao medo.

“Quando o estímulo aversivo gera ansiedade, envolve expectativas, a origem da reação está relacionada a estruturas anteriores do sistema nervoso central – a área rostral, próxima à medula”, explicou.

Nos dois casos, medo e ansiedade são neutralizados pelo ácido gama-aminobutírico (Gaba, na sigla em inglês), que desempenha um papel importante na regulação da excitabilidade neuronal ao longo de todo o sistema nervoso e que, nos seres humanos, é diretamente responsável pela regulação do tônus muscular.

“Se o Gaba estiver ‘enfraquecido’, as reações dos indivíduos às situações de medo ou de ansiedade podem ser exacerbadas. Essa falha no Gaba poderia explicar, por exemplo, reações agressivas desproporcionais em situações corriqueiras: a disputa pelo melhor assento em um ônibus, por exemplo, pode terminar em confronto”, disse.

O enfraquecimento dos mecanismos de controle exercido pelo Gaba pode ter origem genética. “É o caso da ansiedade-traço”, disse Brandão, referindo-se a diferenças individuais – e relativamente estáveis – das manifestações diante de situações percebidas como ameaçadoras.

Mas pode também ser decorrência de exposição repetida a situações agressivas e de tensão. É o caso, por exemplo, de pessoas habituadas a uma situação de estresse cotidiano. “Essa tensão não leva, necessariamente, a um quadro patológico, mas aumenta a sua suscetibilidade a estímulos agressivos”, explicou.

Há a possibilidade de se desenvolver um quadro patológico, de irritabilidade ou de respostas exageradas a estímulos ambientais. “Dependendo do tipo de deficiência, portanto, o problema pode estar em diferentes estruturas do sistema nervoso central, nas estruturas mais primitivas, responsáveis pelo medo, ou mais rostrais, que respondem pela ansiedade”, afirmou.

Agressão e resposta

Os níveis do Gaba, no entanto, não são os únicos responsáveis pelas reações dos indivíduos ante situações de medo ou de ansiedade. Outros neurotransmissores – como a serotonina, que atua na comunicação entre o cérebro e o sistema nervoso central, por exemplo – também têm participação nesse processo. O seu papel não é tão “tônico” quanto o ácido gama-aminobutírico, mas também ajuda a controlar os estímulos agressivos.

Brandão explica que, de certa forma, o Gaba e os neurotransmissores interagem nesse processo. “Seria reducionismo atribuir responsabilidade só ao ácido gama-aminobutírico ou aos neurotransmissores, como a serotonina ou a noradrenalina. Por isso o Projeto Temático adotou essa abordagem integrada de atuação dos sistemas neurais”, disse.

“Estamos empenhados em avançar o conhecimento sobre os fundamentos que regem o processamento das informações sensoriais e a expressão comportamental, bem como os mecanismos neuroquímicos e moleculares subjacentes às respostas defensivas associadas ao medo e à ansiedade”, indicou.

As pesquisas realizadas pelo grupo analisam o comportamento de ratos em situação de medo e ansiedade quando expostos a situações agressivas – ou potencialmente agressivas – como quando estão em campo aberto, ao risco de ataque de algum predador.

“Isso altera o funcionamento de certos circuitos do sistema nervoso central”, disse. Utilizando novas tecnologias, é possível mapear o sistema nervoso central e suas estruturas e até chegar à quantidade de nanomoléculas em atividade no momento em que o medo se manifesta.

“Usamos também a técnica de distribuição de proteína FOS, um gene precoce que existe no núcleo do cérebro e que só é ativado em situação de aversão. Com um anticorpo, é possível fazer a marcação das estruturas que foram acionadas”, apontou.

O enfoque da pesquisa é farmacológico e imuno-histoquímico – utiliza ferramentas que permitem avaliar o RNA, por exemplo –, pode envolver eletrofisiologia, por meio da utilização de quantidades mínimas de correntes elétricas e inclui, ainda, técnicas tradicionais de observação do comportamento. “Hoje não é possível utilizar uma única abordagem”, disse Brandão.

“Não queremos entender apenas o cérebro dos ratos, mas sim o do homem. Trata-se de pesquisa básica com a intenção de alinhar-se às novas perspectivas que a ciência abre para o estudo do medo e da ansiedade. Já se sabe, por exemplo, que a substância P – um decapeptídio presente no sistema nervoso central – é um neurotransmissor novo que tem sido associado com estados agressivos. Estamos avaliando uma maneira de associar essa substância, que promove medo e ansiedade, a drogas que a antagonizem”, contou.

Psicobiologia do medo
Por Cláudia Izique
Agência FAPESP

Continue lendo...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Estudos em Envelhecimento Cerebral – demência vascular e doença de Alzheimer


A demência vascular é manifestada quando os pequenos vasos sanguíneos do cérebro são obstruídos ao longo da vida e a chegada de nutrientes e de oxigenação fica comprometida e insuficiente. Então ocorrem lesões nessa região do cérebro. Quando atacam as regiões relacionadas à cognição, as lesões podem levar à demência. As áreas da cognição são responsáveis pela memória, linguagem, comportamento, entre outras habilidades intelectuais.

Os sintomas manifestados por indivíduos com demência causada por problemas vasculares são semelhantes aos do Alzheimer, como por exemplo, problemas de memória, dificuldade para se concentrar, mudança de humor, fraqueza, dificuldade para se expressar e depressão. Atualmente não há tratamento para a demência vascular.


No Brasil, estima-se que de 8% a 12% da população com mais de 65 anos apresente hoje algum grau de demência causada por alteração vascular cerebral ou pela doença de Alzheimer. Diante desses números, um estudo inédito foi realizado pelo Grupo de Estudos em Envelhecimento Cerebral, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

A pesquisa constatou que 30% dos casos de demência tinham origem somente vascular, contra os 25% que foram causados apenas por doença de Alzheimer. Foram excluídos casos de derrame cerebral. Essa pesquisa apontou também que, dos casos de demência vascular, apenas metade eram diagnosticados clinicamente.

A neuropatologista Lea Grinberg, coordenadora do Banco de Cérebros da USP, sugere que a atenção deve ser para a prevenção. “As pessoas precisam saber quais os fatores de risco, como por exemplo, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, diabetes e tabagismo”, alerta. Outros fatores também devem ser destacados, como aterosclerose – doença provocada por depósitos de gordura nas paredes das artérias –, condições que favoreçam a coagulação sanguínea e distúrbios genéticos.

Para Grinberg não existem políticas públicas de prevenção à demência no país, mas este é um ponto fundamental para alertar a população. Sua preocupação é que o envelhecimento da população brasileira possa desenvolver uma epidemia de demência que, de acordo com ela, pode ser prevenida com a informação. Ela acredita que o diagnóstico de demência vascular deixou a desejar e que os casos poderiam ser ao menos adiados em 40% com controle de fatores de risco vascular.

Por Elisa Guimarães

Fonte: Demência vascular é tão agressiva quanto Alzheimer. Revista Comciência, 2/10/2009.

http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=3¬icia=562

Continue lendo...

Sentir profundamente - vídeo poético

Esse vídeo tem a ver com pessoas de muita sensibilidade, capazes de trazer no peito emoções profundas.

Continue lendo...