Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Tímidez ou Sociopatia?


Personalidade antissocial, ou conduta defensiva?

A intenção dessa reflexão, se faz importante, pois permite-nos traçar linhas divisórias entre patologia e formas de conduta. Ser tímido, não quer dizer, necessariamente, antissocial. Mesmo em estados exacerbados da timidez, há diferenças entre o tímido e o sociopata. Abaixo, as informações básicas.

O Transtorno de Personalidade Antissocial, vulgarmente chamado Sociopatia, é um transtorno de personalidade descrito no DSM-IV-TR, caracterizado pelo comportamento impulsivo do indivíduo afetado, desprezo por normas sociais, e indiferença aos direitos e sentimentos dos outros. A psicopatia, bastante próxima do transtorno de personalidade anti-social, em geral, é mais severa que este.

Na Classificação Internacional de Doenças, este transtorno é chamado de Transtorno de Personalidade Dissocial(Código: F60.2). Indivíduos com este diagnóstico são usualmente chamados de sociopatas. é uma psicopatia generalizada: aversão de tudo e a todos.

A - Um padrão persuasivo de desrespeito e violação aos direitos dos outros, que ocorre desde os 15 anos, como indicado por pelo menos três dos seguintes critérios:

1.Fracasso em conformar-se às normas sociais com relação a comportamentos legais, indicado pela execução repetida de atos que constituem motivo de detenção;
2.Tendência para enganar, indicada por mentir repetidamente, usar nomes falsos ou ludibriar os outros para obter vantagens pessoais ou prazer;
3.Impulsividade ou fracasso em fazer planos para o futuro;
4.Irritabilidade e agressividade, indicadas por repetidas lutas corporais ou agressões físicas;
5.Desrespeito irresponsável pela segurança própria ou alheia;
6.Irresponsabilidade consistente, indicada por um repetido fracasso em manter um comportamento laboral consistente ou honrar obrigações financeiras;
7.Ausência de remorso, indicada por indiferença ou racionalização por ter ferido, maltratado ou roubado outra pessoa.

B - O indivíduo tem no mínimo 18 anos de idade.

C - Existem evidências de Transtorno de Conduta com início antes dos 15 anos de idade.

D - A ocorrência do comportamento antissocial não se dá exclusivamente durante o curso de Esquizofrenia ou Episódio Maníaco.

Importante notar que o termo antissocial, na psiquiatria, não significa (como rotineiramente costuma ser entendido) um tipo de inibição social, timidez ou o fato de ser introvertido/reservado, mas sim, atitudes contrárias às regras da sociedade. Nesse caso de timidez ou ser introvertido ou reservado na psiquiatria contemporânea o termo usado é conduta defensiva.

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Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Alcoólicos: hormônio pode salvá-los da dependência


Há muito se pesquisa a questão da dependência ao álcool. Desde o surgimento de um gen (chamado de fator x) que poderia estar associado à sucessão genética, a medicamentos de toda a sorte. Com o descobrimento de que o hormônio grelina pode inibir a satisfação obtida pelo consumo de bebidas alcoólicas, surge uma esperança para um tratamento mais eficaz dos alcoólicos. A seguir, leia a matéria original.

A grelina, hormônio produzido no estômago que ajuda a induzir a fome, pode ter um papel importante no desenvolvimento da dependência do álcool, aponta estudo que será publicado esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

Descoberta em 1999, a grelina tem sido objeto de muitos estudos desde então. O hormônio ajuda o organismo a controlar o peso como parte de um complexo sistema que regula a ingestão de alimentos e o consumo de energia.

Na nova pesquisa, Elisabet Jerlhag, da Universidade de Gotemburbo, na Suécia, e colegas descrevem que a administração de grelina em camundongos levou a um aumento no consumo de álcool. Por outro lado, ao bloquear a ação do hormônio, constataram uma diminuição no consumo.

Estudos anteriores haviam identificado a presença de receptores de grelina em áreas específicas do cérebro que têm papel importante no sistema responsável pela sensação de recompensa. Como esses mecanismos parecem mediar a recompensa no caso da ingestão de alimentos e de bebidas alcoólicas, os pesquisadores do novo estudo estimaram que a grelina poderia mediar a dependência de álcool.

A administração direta do hormônio em áreas do cérebro responsáveis pelos sistemas de recompensa em camundongos levou a um aumento de cerca de 45% no consumo de álcool, na comparação com animais que receberam uma solução salina.

O consumo de álcool também diminuiu quando os autores administraram compostos que interferem com a sinalização da grelina. Segundo os autores da pesquisa, os camundongos com sinalização reduzida do hormônio aparentaram estar menos suscetíveis às propriedades de recompensa do álcool porque seus cérebros produziam menos dopamina.

De acordo com os pesquisadores, os efeitos de recompensa do álcool formariam uma parte intrínseca do processo de dependência. A grelina, apontam, mostrou ser um alvo em potencial para novas terapias para tratamento de alcoolismo.
Hormônio da fome e alcoolismo
fonte: Agência FAPESP


O artigo Requirement of central ghrelin signaling for alcohol reward, de Elisabet Jerlhag e outros, poderá ser lido em breve por assinantes da Pnas em www.pnas.org.

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As 4 Fases de um Bebum

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Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Vídeo sobre a Timidez e a Paquera

Timidez nos Relacionamentos

Lembre-se das palavras mágicas:

Não ter medo de perder alguém que sequer conquistou
Não ter medo de errar (todos nós erramos)
Não ter medo de não agradar a todos (ninguém consegue isso)
Não ter medo de ousar (se não arriscar nada...)
Não ter medo do que outras pessoas dizem a seu respeito
Não ter medo de ter medo

Não ter medo de ser feliz!

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Sábado, 20 de Junho de 2009

Sexo seguro é bom para ambos - p/adolescentes

Sempre tenham às mãos os preservativos (camisinhas). Você, principalmente, menina-mulher. Afinal, se acontecer uma gravidez indesejada, certamente será alterado o seu destino!

Se ele não quiser usar, não dê!
Sem camisinha, não dá!

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